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Policiais da Delegacia de Homicídios prenderam, nesta sexta-feira (9), o suspeito de matar o prefeito de Goianésia do Pará, João Gomes da Silva (Russo). A informação foi confirmada pelo coordenador da delegacia de homicídios, Francisco Costa, o Baretta.

O crime aconteceu em janeiro deste ano em Goianésia. A prisão foi realizada por volta de 12h de hoje. O suspeito estava numa casa localizada na rua Juiz João Almeida, no bairro Ininga, na zona Leste de Teresina.

Com ele, a polícia encontrou duas identidades: uma com o nome Agnaldo Peixoto Alencar, e outra com registro de Benedito Peres Campelo. Segundo a Polícia, uma perícia será feita para identificar o documento verdadeiro. Ambos os RGs apontam que o suspeito de ter cometido o crime tem 55 anos.

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O coordenador da delegacia de homicídios, delegado Francisco Costa, o Baretta, destacou o trabalho de investigação em conjunto entre as polícias do Pará, Maranhão e Piauí.




montana

“Ele matou um prefeito piauiense no Pará e quis se esconder logo no Piauí. O delegado Ricardo Freire, da delegacia de homicídios de Timon (MA), foi informado de que ele estaria escondido em Teresina. Ele estava pronto para fugir para o Pernambuco quando fizemos a prisão. Ele é o pistoleiro, que executou o prefeito, aqui no Piauí não é lugar de pistoleiro se esconder”, disse o delegado.

Os policiais acharam com ele R$ 3 mil em dinheiro, três celulares e um veículo Chevrolet Montana, com placa de Tocantinópolis (TO).

Dorothy

Inicialmente, foi divulgada a informação de que o homem estaria envolvido no assassinato da missionária Dorothy Stang. Ele teria sido um dos agenciadores da morte de Stang. Contudo, a Secretaria de Segurança Pública do Pará negou a informação.

“Não sabemos como essa informação foi, de alguma forma, confirmada. Isso é algo que poderá ser esclarecido posteriormente, mas inicialmente o importante é dizer que não há qualquer relação desse homem no caso da Dorothy Stang”, informou a assessoria de comunicação. O delegado geral do estado do Pará, Valmir Firmino, participou das investigações há 11 anos e negou o envolvimento do homem.

A irmã morreu com seis tiros, um na cabeça e cinco ao redor do corpo, aos 73 anos de idade, no dia 12 de fevereiro de 2005, em uma estrada de terra de difícil acesso, a 53 quilômetros da sede do município de Anapu, no Estado do Pará, Brasil. O motivo seria disputa de terras na região.

 

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